segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

a) Ethernet (IEEE 802.3) – Barramento 
- Topologia física: 
    . Barramento (usando cabos coaxiais)
    . Estrela (usando cabos de par trançado) + usado

- Topologia lógica: 
    . Barramento

- Velocidades das gerações Ethernet:
    . 10 Mbps (Ehternet) – original 
    . 100 Mbps (Fast Ethernet) – mais usado
    . 1000 Mbps (Giga Ethernet)
    . 10000 Mbps (10-Giga Ethernet)

- Padrões Ethernet: VbaseC
    . 10base2: 10 Mbps – cabo coaxial fino;
    . 10base5: 10 Mbps – cabo coaxial grosso;
    . 100baseT: 100 Mbps – cabo par trançado;
    . 100base F: 100Mbps- cabo fibra óptica.



b) Wi-Fi (IEEE 802.11) – Barramento (sem fio)


- Topologia física: Não se aplica (sem fios)


- Topologia lógica: Barramento 
- Modo Ad-Hoc: Sem presença de concentrador;
- Modo Infra-estrutura: apresenta concentrador 




- Padrões Wi-Fi: 802.11 
    . 802.11a: 54Mbps usando 5GHz (incompatível com todas as outras) 

    . 802.11b: 11Mbps usando 2,4 GHz


. 802.11g: 54Mbps usando 2,4 GHz 



Aula 06.02.2012_FICHA DE TRABALHO n.º 1 (Módulo 2)

1. Que nome tinha o projecto que deu origem à Internet? 


"Califórnia – Santa Bárbara -. No dia 1 de Dezembro de 1969 “nascia” a ARPANET. Os estudantes destas quatro Universidades criaram um grupo de trabalho que autodenominaram Network Working Group – NWG -. Entre esses estudantes existia um tal Vinton Cerf que, mais tarde, seria considerado o “pai” oficial da Internet. "

    a. Em que década foi iniciado o desenvolvimento deste projecto? 


decada de 50


    b. Por que motivo o Governos dos EUA desenvolveu este projecto? 

"Foi rebatizada em 1972 com o nome de DARPANET, o D significava Defense (Defesa), e lembrava assim que a rede dependia do Pentágono. "

    c. Qual o nome da agência americana responsável por iniciar este projecto? 

Network Working Group – NWG

2. Entre que anos foi desenvolvido o protocolo TCP/IP que está na base do funcionamento da Internet? 

Entre 1973 e 1978

3. Em que ano foi construída a primeira rede de computadores entre universidades nos EUA? 

No ano de 1969 

4. Qual o nome do primeiro Browser de Internet? E do primeiro browser que permitia a transferência 
de textos e imagens? 

LYNX  - apenas permitia tranferência de textos
MOSAIC - textos e imagens 

5. Qual o nome dos criadores do protocolo www (World Wide Web)? 

Robert Caillaiu e Tim Berners-Lee 

6. Em que data se começou a utilizar a Internet em Portugal? 

Nos meados da década de 1980 

7. Em que data é que se considera que nasceu a Internet?


Julho de 1977

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Aula 30.01.2012

Encapsulamento dos dados 

Todas as comunicações em uma rede têm uma origem e são enviadas para um destino, e as informações emitidas em uma rede são chamadas de dados ou pacote de dados (dependendo da camada). Se um computador desejar enviar dados para outro computador, os dados devem primeiro ser "empacotados" através de um processo chamado encapsulamento.

O encapsulamento empacota as informações de protocolo necessárias antes de passar pela rede. Assim, à medida que o pacote de dados desce ou sobe pelas camadas do modelo OSI, ele recebe cabeçalhos e outras informações.

Uma vez que o dado é enviado da origem, ele viaja através da camada de aplicação para baixo através das outras camadas. O empacotamento e o fluxo dos dados que são trocados passam por alterações à medida que as redes executam seus serviços.

Podemos pensar com o seguinte exemplo:

1 -Quando um usuário envia uma mensagem de correio eletrônico, os seus caracteres alfanuméricos são convertidos em dados que podem trafegar nas redes e trabalhados no modelo OSI.

2 - Os dados são empacotados para transporte nas redes. Usando segmentos, a função de transporte assegura que os hosts da mensagem em ambas as extremidades do sistema de correio eletrônico possam comunicar-se com segurança.

3 - Os dados são colocados em um pacote ou datagrama que contém um cabeçalho de rede com endereços lógicos (IP´s) de origem e destino. Esses endereços ajudam os dispositivos da rede a enviar os pacotes através da rede por um caminho escolhido (roteamento).

4 - Cada dispositivo da rede deve colocar o pacote dentro de um quadro. O quadro permite a conexão com o próximo dispositivo da rede diretamente conectado do link. Cada dispositivo no caminho de rede escolhido requer enquadramento em seqüência para conectar-se ao dispositivo seguinte.

5- O quadro deve ser convertido em um padrão de 1s e 0s (bits) para transmissão no meio (cabo UTP, coaxial, etc), o processo dos +5/-5. E segue até o destino.

De forma resumida, esse é o processo de encapsulamento, onde as camadas do modelo OSI tratam suas PDU´s de forma única, e o processo se "conclui".


A Importância do TCP/IP

Muitos povos não podem saber o que TCP/IP é nem o que seu efeito é no Internet. O fato não é, sem TCP/IP lá seria nenhum Internet. E é por causa das forças armadas americanas que o Internet existe.

Durante os dias da guerra fria, o departamento da defesa estava interessado em tornar-se os meios de uma comunicação eletrônica que poderiam sobreviver um ataque podendo se redistribuir em torno de toda a seção falhada da rede.

Começaram um projeto de pesquisa projetado conectar muitas redes diferentes, e muitos tipos diferentes de ferragem dos vários vendedores. Era assim o nascimento do Internet (sorta). Na realidade, foram forçados para conectar tipos diferentes de ferragem dos vários vendedores porque as filiais diferentes da ferragem diferente usada militar. Alguma IBM usada, quando outros usaram Unisys ou DEC.

Os TCP (Transmission Control Protocol) e o IP (Internet Protocol) eram os protocolos que desenvolveram. O primeiro Internet era um sucesso porque entregou alguns serviços básicos que todos necessitou: transferência de lima, correio eletrônico, e remote login para nomear alguns. Um usuário poderia também usar o?internet? através de um número muito grande de sistemas do cliente e do usuário.

Como com outros protocolos de comunicações, TCP/IP é composto das camadas. Cada camada tem-no deve possuir a responsabilidade:

O IP é responsável para mover dados do computador para o computador. O IP envía cada pacote baseado em um endereço de destino four-byte (o IP Number). Passagens dos usos do IP a ajudar mover dados do?a do ponto? ao?b do ponto?. As passagens adiantadas eram responsáveis para encontrar rotas para que o IP siga.

O TCP é responsável para assegurar a entrega correta dos dados do computador ao computador. Porque os dados podem ser perdidos na rede, o TCP adiciona a sustentação para detectar erros ou dados perdidos e para provocar o retransmission até que os dados estejam recebidos corretamente e completamente.


WebGrafia:

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Aula 23.01.2012

-Modelo OSI

-Objectivo Modelo OSI

ISO foi uma das primeiras organizações a definir formalmente uma forma comum de conectar computadores. Sua arquitetura é chamada OSI (Open Systems Interconnection), Camadas OSI ouInterconexão de Sistemas Abertos. Esta arquitetura é um modelo que divide as redes de computadores em sete camadas, de forma a se obter camadas de abstração. Cada protocolo implementa uma funcionalidade assinalada a uma determinada camada. A ISO costuma trabalhar em conjunto com outra organização, a ITU (International Telecommunications Union), publicando uma série de especificações de protocolos baseados na arquitetura OSI. Estas séries são conhecidas como 'X ponto', por causa do nome dos protocolos: X.25, X.500, etc.


-Camadas do Modelo OSI


Física - A camada física diz respeito aos meios de conexão através dos quais irão trafegar os dados, tais como interfaces seriais, LPTs, hubs ou cabos coaxiais.


Enlace - A camada de ligação de dados também é conhecida como camada de enlace ou link de dados. Esta camada detecta e, opcionalmente, corrige erros que possam acontecer no nível físico. É responsável pela transmissão e recepção (delimitação) de quadros e pelo controle de fluxo. Ela também estabelece um protocolo de comunicação entre sistemas diretamente conectados.


Rede - A camada de Rede é responsável pelo endereçamento dos pacotes de rede, também conhecidos por datagrama, associando endereços lógicos (IP) em endereços físicos (MAC), de forma que os pacotes de rede consigam chegar corretamente ao destino. Essa camada também determina a rota que os pacotes irão seguir para atingir o destino, baseada em fatores como condições de tráfego da rede e prioridades. As rotas podem ser determinadas por tabelas estáticas, no inicio de cada conversação ou altamente dinâmicas.


Transporte - A camada de transporte é responsável por receber os dados enviados pela camada de Sessão e segmentá-los para que sejam enviados a camada de Rede, que por sua vez, transforma esses segmentos em pacotes. No receptor, a camada de Transporte realiza o processo inverso, ou seja, recebe os pacotes da camada de Rede e divide em segmentos para enviar à camada de Sessão.
Isso inclui controle de fluxo, ordenação dos pacotes e a correção de erros, tipicamente enviando para o transmissor uma informação de recebimento, informando que o pacote foi recebido com sucesso.

Sessão - A camada de Sessão permite que duas aplicações em computadores diferentes estabeleçam uma sessão de comunicação. Nesta sessão, essas aplicações definem como será feita a transmissão de dados e coloca marcações nos dados que estão a ser transmitidos. Se porventura a rede falhar, os computadores reiniciam a transmissão dos dados a partir da última marcação recebida pelo computador receptor.

Apresentação - A camada de Apresentação, também chamada camada de Tradução, converte o formato do dado recebido pela camada de Aplicação em um formato comum a ser usado na transmissão desse dado, ou seja, um formato entendido pelo protocolo usado. Um exemplo comum é a conversão do padrão de caracteres (código de página) quando o dispositivo transmissor usa um padrão diferente do ASCII. Pode ter outros usos, como compressão de dados e criptografia.

Aplicação - A camada de aplicação corresponde às aplicações (programas) no topo da camada OSI que serão utilizados para promover uma interação entre a máquina destinatária e o usuário da aplicação. Esta camada também disponibiliza os recursos (protocolo) para que tal comunicação aconteça. Por exemplo, ao solicitar a recepção de e-mail através do aplicativo de e-mail, este entrará em contato com a camada de Aplicação do protocolo de rede efetuando tal solicitação (POP3, IMAP). Tudo nesta camada é relacionado ao software. Alguns protocolos utilizados nesta camada são: HTTP, SMTP,FTP, SSH, RTP, Telnet, SIP, RDP, IRC, SNMP, NNTP, POP3, IMAP, BitTorrent, DNS, Ping, etc.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Token Bus

O padrão IEEE 802.4 ou Token Bus utiliza um token único que dá ao seu detentor o direito de emitir. Embora a tipologia seja do tipo barramento em termos lógicos forma-se um anel onde cada nó sabe qual o nó anterior e o nó seguinte.
O token é uma trama de formato especial que não contém dados e circula de nó em nó ao longo do anel lógico.
Quando um nó pretende emitir tramas, espera que o token lhe seja entregue. Na posse do token, ponde então, emitir tramas, durante um tempo limitado. Quando o tempo se esgota ou não existem mais tramas prontas para emissão, o token é enviado ao nó seguinte.
As técnicas de token são deterministas, permitindo estabelecer prioridades na utilização do meio de transmissão.





CSMA/CD




Em ciência da computação, CSMA/CD, do inglês Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection, é um protocolo de telecomunicações que organiza a forma como os computadores compartilham o canal (cabo). Originalmente desenvolvido nos anos 60 para ALOHAnet - Hawaii usando rádio, o esquema é relativamente simples comparado ao token ring ou rede de controle central (master controlled networks).

Este protocolo inclui uma técnica de detecção da portadora e um método para controlar colisões: se um posto (placa) de transmissão detecta, enquanto transmite uma trama (datagrama, em PT-BR), que outro sinal foi injectado no canal, pára de transmitir, envia uma trama de dispersão e espera um intervalo de tempo aleatório (backoff) antes de tentar enviar novamente a trama.
CS (Carrier Sense): Capacidade de identificar se está ocorrendo transmissão, ou seja, o primeiro passo na transmissao de dados em um rede Ethernet é verificar se o cabo está livre.
MA (Multiple Access): Capacidade de múltiplos nós concorrerem pelo utilização da mídia, ou seja o protocolo CSMA/CD não gera nenhum tipo de prioridade (daí o nome de Multiple Access, acesso múltiplo). Como o CSMA/CD não gera prioridade pode ocorrer de duas placas tentarem transmitir dados ao mesmo tempo. Quando isso ocorre, há uma colisão e nenhuma das placas consegue transmitir dados.

CD (Collision Detection): É responsável por identificar colisões na rede.



Webgrafia:


pt.wikipedia.org/wiki/CSMA/CD
http://pefonline.pefproductions.com/comunicacao_de_dados/modulo2/token_bus.html

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Aula 09.01.2012

1.2.Noção e classificação de redes de computadores 

Tipologias de redes:

  • Barramento (Bus)
  • Estrela (Star)
  • Anel (Ring)

Topologia de Barramento (BUS) :

Como nos computadores, numa rede o barramento é um caminho de transmissão de sinais, estes são largados e lidos pelos dispositivos cujo endereço foi especificado. No caso de uma rede com esta topologia em vez de sinais temos pacotes de dados, cujo cabeçalho contém o endereço do destinatário. Na figura seguinte pode ser visualizada uma topologia em barramento, que consiste num cabo com dois pontos terminais e com diversos dispositivos ligados ao barramento (cabo).



Estrela (Star)


Como o nome indica esta topologia tem a forma de uma estrela, e consiste em vários cabos que unem cada dispositivo a um ponto central. As redes Ethernet a 10 Mbps (10Base-T) são baseadas numa estrutura em estrela, e onde cada dispositivo da rede está ligado a um hub 10Base-T por um cabo de par entrançado (ou RJ45).




Anel (Ring)


Na topologia em anel cada dispositivo os pacotes circulam por todos os dispositivos da rede, tendo cada um o seu endereço. O fluxo de informaç ão é unidireccional, existindo um dispositivo (hub) que intercepta e gere o fluxo de dados que entra e sai do anel. A tecnologia token ring aparece usualmente com esta topologia.


Pacotes



Como já vimos, uma transmissão de dados entre computadores consiste no envio e recepção de sinais eléctricos ou outros (ópticos), os quais codificam bits. Normalmente, os bits são agrupados em conjunto ou sequências, que podem ir desde um simples byte (codificando um carácter)até um pacote de milhares de bits ou bytes.

Em comunicação de dados entre computadores portanto em redes de computadores, fala-se em pacotes (packets) ou em frames, como sendo agrupamentos ou sequências de bits ou bytes, com determinada estrutura, que os computadores ou interfaces de rede têm de codificar e descodificar. Normalmente, uma mensagem ou comunicação de um computador para outro é fragmentada em pacotes.



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

AULA 28.11.2011 - TÉCNICAS DE COMPRESSÃO DE DADOS

1. CONCEITO


A compressão de dados é o ato de reduzir o espaço ocupado por dados num determinado dispositivo. Essa operação é realizada através de diversos algoritmos de compressão, reduzindo a quantidade de Bytes para representar um dado, sendo esse dado uma imagem, um texto, ou um arquivo (ficheiro) qualquer.

Comprimir dados destina-se também a retirar a redundância, baseando-se que muitos dados contêm informações redundantes que podem ou precisam ser eliminadas de alguma forma. Essa forma é através de uma regra, chamada de código ou protocolo, que, quando seguida, elimina os bits redundantes de informações, de modo a diminuir seu tamanho nos ficheiros. Por exemplo, a sequência "AAAAAA" que ocupa 6 bytes, poderia ser representada pela sequência "6A", que ocupa 2 bytes, economizando 67% de espaço.

Além da eliminação da redundância, os dados são comprimidos pelos mais diversos motivos. Entre os mais conhecidos estão economizar espaço em dispositivos de armazenamento, como discos rígidos, ou ganhar desempenho (diminuir tempo) em transmissões.

Embora possam parecer sinônimos, compressão e compactação de dados são processos distintos. A compressão, como visto, reduz a quantidade de bits para representar algum dado, enquanto a compactação tem a função de unir dados que não estejam unidos. Um exemplo clássico de compactação de dados é a desfragmentação de discos.


2. VANTAGENS

A vantagem dos métodos de compressão com perda de dados sobre os sem perda de dados é que normalmente consegue-se um ficheiro comprimido de menor dimensão, mantendo, no entanto, uma qualidade mínima em relação ao original, conforme o objectivo que se pretende.
A compressão com perda de dados é normalmente usada em som, imagens e vídeo/animação. A razão de compressão (ou seja, a dimensão do ficheiro comprimido comparado com o original, ou por comprimir) dos codecs de vídeo é quase sempre superior às obtidas em som e imagens fixas. O som pode ser comprimido a uma razão de 10:1 (o ficheiro comprimido ocupa 1 décimo do original), sem perda muito notável de qualidade, como ocorre com o formato de som em MP3 ou WMA (windows media audio), com taxas de até 320 Kbps de áudio (um CD contém dados de áudio a 1411,2 Kbps). Já o vídeo pode ser comprimido a uma razão 300:1. As imagens fixas são normalmente comprimidas a uma razão de 10:1, tal como no som, mas neste caso a qualidade é bastante afetada, optando-se normalmente por uma razão menor, 2:1, por exemplo.
Quando um utilizador recebe um ficheiro comprimido com perda de dados, (por exemplo, para reduzir o tempo de download), esse ficheiro posteriormente descomprimido pode ser bem diferente do original ao nível do bit e, no entanto, ser quase idêntico numa observação normal para o olho ou ouvido humano. Muitos métodos /algoritmos de compressão recorrem a limitações da anatomia humana tomando em conta, por exemplo, que o olho humano apenas pode visionar certas freqüências da luz. O modelo psicoacústico descreve como o som pode ser muito comprimido sem que se perceba a degradação da qualidade do sinal sonoro. Os erros/falhas, causados pela compressão com perda de dados, que sejam perceptíveis para o olho ou ouvido humano são conhecidos por artefactos de compressão.


3. TIPOS DE COMPRESSÃO

 Compressão com perdas:
  • Definido como operação que admite alguma perda de qualidade dos dados
  • A informação é comprimida por algum algoritmo e, ao descomprimir, a informação é diferente da original, mas suficientemente parecida para que seja útil
  • Exemplo típico: a maioria das imagens .jpg na internet em que se percebe uma diminuição da qualidade próximo às bordas ou trocas de cor na imagem
  •  Dependendo do algoritmo aplicado, essa compressão sofre de perda constante
  1. Perdem-se dados sucessivamente, à medida em que se aplica o algoritmo várias vezes, ao comprimir e descomprimir. Isso resulta numa maior perda de dados do que a aplicação do algoritmo de uma só vez
  •  Existem dois esquemas básicos de compressão:
  1. Métodos de Transformação
  2. Métodos Preditivos

  • Em alguns sistemas, as duas técnicas são combinadas.

Compressão sem perdas:
  • Definido como uma operação sem perdas de nenhum dado
  • A informação é comprimida por algum algoritmo e, ao descomprimir, todas as informações são recuperadas
  • Exemplo típico: ficheiros bzip, gzip, .gz
  • Os mais conhecidos são o .zip ou .rar.
  • Ele é usado quando é importante que a informação original e a descompactada sejam idênticas
  1. Ex.: executáveis e documentos texto
  • E com relação às imagens?
  1. Alguns formatos usam apenas esse tipo. Ex. PNG e GIF*
  2. Outros formatos usam ambos. Ex.: TIFF e MNG
  3. Outros formatos usam algoritmos com perdas. Ex.: .bmp, .jpeg
     Técnicas de Compressão de dados sem perdas:
  • Antes de se utilizar a técnicas de compressão, é necessário saber qual o tipo de informação que será compactada.
            - Texto
            - Imagens
            - Sons
  • Algoritmos de compactação de textos não são eficientes na compactação de sons.
  •  Existem basicamente dois tipos de algoritmos de  de compressão sem perda de dados :
           - Algoritmos de Modelos Estatísticos:
  1. Transformação de Burrows-Wheeler
  2. LZ77
  3. LZW
           - Algoritmos codificados que produzem seqüência de bits:
  1. Codificação Aritmética ou Freqüência de Caracteres
  2. Codificação de Huffman
  • Existem algoritmos que são mesclas dos dois tipos de algoritmos. Ex.: o algoritmo DEFLATE utiliza uma combinação do algoritmo LZ77 e de Huffman.



4. SOFTWARES


5. ESTUDO DO CASO: .ZIP

ZIP é um formato de compactação de arquivos muito difundido pela Internet. Atualmente o formato já tem compatibilidade nativa com vários sistemas operacionais, como o Windows da Microsoft, que já permite compactar e descompactar arquivos no formato ZIP sem o uso de softwares adicionais (externos) instalados.


6. ESTUDO DO CASO DE COMPRESSÃO DE IMAGENS: .JPG

O formato JPEG, cuja sigla significa Joint Pictures Expert Group, teve sua primeira especificação disponibilizada em 1983 por um grupo que leva o mesmo nome. É um dos padrões mais populares da internet por aliar duas características importantes: oferece níveis razoáveis de qualidade de imagem e gera arquivos de tamanho pequeno quando comparado a outros formatos, facilitando o seu armazenamento e a sua distribuição.
O JPEG possibilita isso porque é um formato que utiliza compressão de imagens. Mas, o que é isso? Em poucas palavras, compressão consiste na eliminação de dados redundantes nos arquivos. No caso de imagens, é possível fazer a compressão de forma que a retirada de informações não prejudique a qualidade (lossless - sem perda), assim como é possível utilizar níveis maiores de compressão que causam perdas visíveis (lossy - com perda).
Este último é o que acontece no JPEG: neste formato, quanto maior o nível de compressão, menor será o tamanho do arquivo, porém pior será a qualidade da imagem. O nível de compressão pode ser determinado em programas de tratamentos de imagens. Cada vez que uma mesma imagem JPEG é salva, costuma-se perder qualidade, já que, geralmente, o software utilizado para tratá-la aplica compressão, mesmo que mínima, toda vez que esta ação é realizada.


                                         JPEG com menor taxa de compressão


                                         A mesma imagem, mas com maior compressão



O JPEG é capaz de trabalhar com quase 16,8 milhões de cores (24 bits). Essa característica, aliada à capacidade de compressão que reduz o tamanho dos arquivos, faz do formato uma excelente opção para a distribuição de imagens fotográficas, tanto que o formato é muito utilizado para a geração de imagens em câmeras digitais. Isso porque, mesmo havendo perda de qualidade, esta ocorre de maneira pouco ou nada perceptiva, desde que, é claro, não haja "abuso" do uso de compressão nem salvamentos frequentes. No caso de atividades profissionais, é recomendável o uso de formatos que preservam a qualidade.
Arquivos em JPEG geralmente são utilizados com as extensões .jpg (mais frequente) e .jpeg, podendo haver outras de acordo com os algoritmos utilizados.